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Palestra para Fundamental II e Ensino Médio

A atenção dos alunos está sendo disputada o tempo todo.

Uma conversa direta, prática e adequada à idade sobre celular, redes sociais, jogos, grupos, exposição e escolhas digitais, sem alarmismo, sermão ou culpabilização de famílias e professores.

A proposta é ajustada à faixa etária e aos desafios percebidos pela escola.

  • Linguagem para adolescentes
  • Presencial ou online
  • Sem exposição individual
Sala de aula vazia, com carteiras enfileiradas e luz natural
Experiência em educação, tecnologia e comunicação para plateias.
O ponto central Não é tirar a tecnologia da vida.

É devolver ao aluno a capacidade de perceber quando está escolhendo e quando só está reagindo.

Para alunosFundamental II e Ensino Médio
Para a comunidadeFamílias e educadores
Onde aconteceNa escola ou ao vivo, online
A dor que todos sentem

Quando o sinal toca, o que aconteceu online entra na sala.

A consequência aparece na escola, mas quase nunca começa nela. A palestra ajuda cada adulto a compreender seu papel, e o aluno a enxergar as próprias escolhas.

Professores

A aula compete com estímulos que não fazem pausa.

É preciso repetir uma orientação, recuperar o foco e ainda acolher conflitos que começaram no grupo da turma, no jogo ou em uma postagem fora do horário escolar.

Famílias

Orientar sem transformar tudo em briga parece impossível.

Muitos responsáveis oscilam entre liberar tudo e proibir tudo. Faltam palavras, combinados possíveis e um ponto de partida que o adolescente aceite ouvir.

Escola

A coordenação conhece o problema quando ele já virou consequência.

Cansaço, exposição, prints, exclusão e medo de ficar de fora atravessam o portão. A equipe precisa agir sem invadir o papel da família nem ignorar o impacto em sala.

Isso não é falta de compromisso do professor, ausência de limite da família ou desinteresse automático do aluno.

É uma realidade nova: adolescentes aprendendo a escolher em um ambiente desenhado para interromper, recompensar rápido e pressionar socialmente.

Conversar sobre meus alunos
Uma linguagem comum

Menos confronto. Mais clareza para conversar.

O aluno não precisa de mais um adulto dizendo que “o celular faz mal”. Precisa reconhecer situações reais, entender o que está em jogo e saber qual é o próximo passo.

Não é
  • Um sermão contra tecnologia
  • Uma disputa para encontrar culpados
  • Exposição pública de situações pessoais
  • Promessa de resolver tudo em uma hora
É
  • Exemplos que o aluno reconhece
  • Vocabulário compartilhado com os adultos
  • Critérios simples para fazer escolhas
  • Um ponto de partida para continuidade
O que os alunos vão discutir

Atenção primeiro. Segurança e escolhas logo depois.

O conteúdo parte da experiência cotidiana dos adolescentes e transforma temas complexos em decisões que cabem na vida real.

01

Quem está escolhendo para onde vai sua atenção?

Notificações, rolagem infinita, vídeos curtos, multitarefa e a dificuldade de permanecer no que importa.

  • foco
  • sono
  • estudo
  • recompensa rápida
  • pausas possíveis
02

O grupo não termina no portão.

Mensagens, prints, memes, exclusão, exposição e a responsabilidade de compartilhar, ou interromper, uma situação.

  • grupos
  • prints
  • pressão social
03

Diversão também pede cuidado.

Jogos, lives, comunidades online, contato com desconhecidos, privacidade e equilíbrio com a vida fora da tela.

  • jogos
  • comunidades
  • privacidade
04

A pressa pode custar caro.

Perfis falsos, golpes, promessas de dinheiro rápido, apostas e decisões tomadas antes de verificar.

  • golpes
  • apostas
  • promessas fáceis
05

Uma pausa antes do clique.

Um caminho prático: parar, pensar, verificar, pedir ajuda e saber quando bloquear, denunciar ou guardar evidências.

  • verificar
  • pedir ajuda
  • agir com segurança
Não se trata de demonizar a tecnologia. Trata-se de ajudar o aluno a perceber quando está fazendo uma escolha e quando apenas está reagindo.
Na prática

Assunto sério. Linguagem que aproxima.

Rodmar combina experiência de sala de aula, tecnologia e palco para explicar sem jargão e manter a conversa conectada ao cotidiano do público.

“O aluno precisa se reconhecer no exemplo antes de conseguir mudar a escolha.”

Rodmar apresentando palestra sobre inteligencia artificial
Palestra sobre inteligência artificial
Rodmar conduzindo uma apresentação para uma plateia
Clareza para explicar temas complexos.
Participantes acompanhando uma palestra conduzida por Rodmar
Espaço para atenção, identificação e conversa.
Formatos

Uma porta de entrada ou uma jornada para toda a comunidade.

A escola pode começar pelos alunos ou alinhar os três públicos em uma mesma proposta.

Encontro

Para famílias

Como orientar sem confronto constante, construir combinados possíveis e reconhecer quando pedir ajuda.

60 a 90 minutos
Formação

Para educadores

Sinais que aparecem em sala, limites da atuação da escola e critérios compartilhados com responsáveis.

90 a 120 minutos
Programa combinado

Jornada escolar

Encontros articulados para estudantes, equipe e famílias trabalharem o mesmo tema a partir de seus papéis.

Proposta sob medida

Durações e recortes podem ser ajustados à rotina, à faixa etária e ao desafio prioritário da escola.

Antes e depois

A conversa pode continuar depois do auditório.

Na proposta, a escola escolhe o nível de preparação e continuidade mais adequado.

  • Alinhamento prévio com a coordenação
  • Perguntas anônimas mediadas pela escola
  • Guia breve de conversa para famílias
  • Sugestão de combinado de convivência digital
  • Atividades de continuidade para sala
  • Síntese de temas sem exposição de alunos
Retrato de Rodmar, professor, desenvolvedor e palestrante
Rodmar · professor e desenvolvedor
Quem conduz

Rodmar conhece a sala de aula por dentro.

Sou professor de matemática, e foi dando aula que eu aprendi quase tudo que sei sobre explicar as coisas. Também sou desenvolvedor de software e fiz pós-graduação em neuropsicopedagogia e em gestão de pessoas na USP.

Passei anos dando aula de programação para adolescente convencido de que aquilo não era para ele. Boa parte desse tempo foi eu descobrindo que o problema não estava no aluno, estava no jeito que eu explicava. É essa habilidade que eu levo para o auditório.

Do lado técnico, desenvolvo sistemas e trabalho todo dia com segurança digital e proteção de dados. É o que me permite falar de golpe, rede social e jogo sem repetir manchete de jornal, porque eu vejo como essas coisas funcionam por dentro.

Por isso a palestra não é aula e não é sermão. O aluno de 14 anos conhece a vida digital dele melhor do que qualquer adulto na sala. O que eu trago é o outro lado: como aquilo é construído, o que está em jogo e onde ele ainda escolhe.

Pode me interromper, pode discordar. Não existe pergunta boba nesse assunto, e as melhores conversas que eu já tive começaram com alguém dizendo, meio sem graça, que não entende nada disso.

  • Professor de matemática
  • Neuropsicopedagogia
  • Gestão de Pessoas · USP
  • Desenvolvimento de software
  • Especialista em IA
  • Palestrante convidado em eventos públicos
Dúvidas comuns

O que a escola precisa saber.

Respostas diretas antes de colocar a conversa no calendário.

É uma palestra para proibir o celular?

Não. A proposta é ajudar os alunos a reconhecer impactos, avaliar situações e fazer escolhas mais conscientes, sempre respeitando as regras definidas pela escola.

Professores ou pais serão responsabilizados?

Não. A conversa parte de uma responsabilidade compartilhada, sem transformar tecnologia, família, professor ou aluno em vilão.

O mesmo conteúdo serve para todas as idades?

Os temas centrais permanecem, mas linguagem, exemplos e profundidade são adaptados separadamente para Fundamental II e Ensino Médio.

Os alunos serão convidados a contar situações pessoais?

Ninguém precisa se expor publicamente. Perguntas podem ser anônimas e situações delicadas devem seguir os protocolos de proteção e encaminhamento da escola.

A escola pode escolher os temas prioritários?

Sim. Atenção pode ser o eixo principal, com recortes complementares como redes sociais, conflitos em grupos, jogos, privacidade, golpes ou apostas, conforme a faixa etária.

A palestra substitui acompanhamento pedagógico ou psicológico?

Não. É uma ação educativa de conscientização e diálogo, que complementa o trabalho contínuo da escola, da família e dos profissionais responsáveis.

Levar para a escola

A tecnologia não precisa desaparecer para a atenção voltar a ter escolha.

Conte como são as turmas e qual desafio motivou a busca. Rodmar retorna com uma proposta objetiva de formato, recorte de conteúdo e investimento.

Solicitar uma proposta Retorno em até 48 horas úteis.

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