A aula compete com estímulos que não fazem pausa.
É preciso repetir uma orientação, recuperar o foco e ainda acolher conflitos que começaram no grupo da turma, no jogo ou em uma postagem fora do horário escolar.
Uma conversa direta, prática e adequada à idade sobre celular, redes sociais, jogos, grupos, exposição e escolhas digitais, sem alarmismo, sermão ou culpabilização de famílias e professores.
A proposta é ajustada à faixa etária e aos desafios percebidos pela escola.
É devolver ao aluno a capacidade de perceber quando está escolhendo e quando só está reagindo.
A consequência aparece na escola, mas quase nunca começa nela. A palestra ajuda cada adulto a compreender seu papel, e o aluno a enxergar as próprias escolhas.
É preciso repetir uma orientação, recuperar o foco e ainda acolher conflitos que começaram no grupo da turma, no jogo ou em uma postagem fora do horário escolar.
Muitos responsáveis oscilam entre liberar tudo e proibir tudo. Faltam palavras, combinados possíveis e um ponto de partida que o adolescente aceite ouvir.
Cansaço, exposição, prints, exclusão e medo de ficar de fora atravessam o portão. A equipe precisa agir sem invadir o papel da família nem ignorar o impacto em sala.
É uma realidade nova: adolescentes aprendendo a escolher em um ambiente desenhado para interromper, recompensar rápido e pressionar socialmente.
O aluno não precisa de mais um adulto dizendo que “o celular faz mal”. Precisa reconhecer situações reais, entender o que está em jogo e saber qual é o próximo passo.
O conteúdo parte da experiência cotidiana dos adolescentes e transforma temas complexos em decisões que cabem na vida real.
Notificações, rolagem infinita, vídeos curtos, multitarefa e a dificuldade de permanecer no que importa.
Mensagens, prints, memes, exclusão, exposição e a responsabilidade de compartilhar, ou interromper, uma situação.
Jogos, lives, comunidades online, contato com desconhecidos, privacidade e equilíbrio com a vida fora da tela.
Perfis falsos, golpes, promessas de dinheiro rápido, apostas e decisões tomadas antes de verificar.
Um caminho prático: parar, pensar, verificar, pedir ajuda e saber quando bloquear, denunciar ou guardar evidências.
Rodmar combina experiência de sala de aula, tecnologia e palco para explicar sem jargão e manter a conversa conectada ao cotidiano do público.
“O aluno precisa se reconhecer no exemplo antes de conseguir mudar a escolha.”
A escola pode começar pelos alunos ou alinhar os três públicos em uma mesma proposta.
Linguagem, exemplos e dinâmica adaptados separadamente para Fundamental II ou Ensino Médio.
50 a 60 minutosComo orientar sem confronto constante, construir combinados possíveis e reconhecer quando pedir ajuda.
60 a 90 minutosSinais que aparecem em sala, limites da atuação da escola e critérios compartilhados com responsáveis.
90 a 120 minutosEncontros articulados para estudantes, equipe e famílias trabalharem o mesmo tema a partir de seus papéis.
Proposta sob medidaDurações e recortes podem ser ajustados à rotina, à faixa etária e ao desafio prioritário da escola.
Na proposta, a escola escolhe o nível de preparação e continuidade mais adequado.
Sou professor de matemática, e foi dando aula que eu aprendi quase tudo que sei sobre explicar as coisas. Também sou desenvolvedor de software e fiz pós-graduação em neuropsicopedagogia e em gestão de pessoas na USP.
Passei anos dando aula de programação para adolescente convencido de que aquilo não era para ele. Boa parte desse tempo foi eu descobrindo que o problema não estava no aluno, estava no jeito que eu explicava. É essa habilidade que eu levo para o auditório.
Do lado técnico, desenvolvo sistemas e trabalho todo dia com segurança digital e proteção de dados. É o que me permite falar de golpe, rede social e jogo sem repetir manchete de jornal, porque eu vejo como essas coisas funcionam por dentro.
Por isso a palestra não é aula e não é sermão. O aluno de 14 anos conhece a vida digital dele melhor do que qualquer adulto na sala. O que eu trago é o outro lado: como aquilo é construído, o que está em jogo e onde ele ainda escolhe.
Pode me interromper, pode discordar. Não existe pergunta boba nesse assunto, e as melhores conversas que eu já tive começaram com alguém dizendo, meio sem graça, que não entende nada disso.
Respostas diretas antes de colocar a conversa no calendário.
Não. A proposta é ajudar os alunos a reconhecer impactos, avaliar situações e fazer escolhas mais conscientes, sempre respeitando as regras definidas pela escola.
Não. A conversa parte de uma responsabilidade compartilhada, sem transformar tecnologia, família, professor ou aluno em vilão.
Os temas centrais permanecem, mas linguagem, exemplos e profundidade são adaptados separadamente para Fundamental II e Ensino Médio.
Ninguém precisa se expor publicamente. Perguntas podem ser anônimas e situações delicadas devem seguir os protocolos de proteção e encaminhamento da escola.
Sim. Atenção pode ser o eixo principal, com recortes complementares como redes sociais, conflitos em grupos, jogos, privacidade, golpes ou apostas, conforme a faixa etária.
Não. É uma ação educativa de conscientização e diálogo, que complementa o trabalho contínuo da escola, da família e dos profissionais responsáveis.
Conte como são as turmas e qual desafio motivou a busca. Rodmar retorna com uma proposta objetiva de formato, recorte de conteúdo e investimento.